segunda-feira, 28 de setembro de 2009

A 27 de Setembro de 1696, em Marianella, Nápoles, Itália, nasceu Afonso Maria de Ligório de quem se profetizou que "viveria longos anos, seria bispo e realizaria grandes obras por Jesus Cristo".

Nápoles viu-o nascer, mas também o viu abandonar uma carreira brilhante de advogado da cidade, depois de uma preparação esmerada em diferentes áreas do saber desde a Música ou pintura até ao Direito. Viu-o abandonar os muitos bens familiares para seguir Jesus Cristo e anunciar o Seu Evangelho.

É ordenado sacerdote em 1726. Tinha então 30 anos, depois de uma grande experiência de serviço aos pobres abandonados.

A 9 de Novembro de 1732 funda a Congregação do Santíssimo Redentor, Missionários Redentoristas, para, segundo a sua intuição, "continuar o exemplo de Jesus Cristo Salvador, pregando aos pobres a Palavra de Deus, como Ele disse de Si mesmo: Enviou-me para evangelizar os pobres.

Em 1762 é ordenado Bispo de Santa Agata Deis Goti.

Depois de uma vida longa dedicada à pregação e à escrita, escreveu 111 livros, para promover a vida cristã em todos os membros da Igreja, sobretudo no povo simples e mais abandonado, morreu em Pagani, Itália, em 1787.

A Igreja considera este homem como um dos seus grandes santos e sábios do século XVIII. Canonizou-o em 1839, propondo-o a toda a comunidade dos baptizados como exemplo de santidade.

Concedeu-lhe o titulo de Doutor da Igreja em 1871, elogiando a sua sabedoria no campo das ciências sagradas.

E ainda o privilegiou com o titulo de Padroeiro dos Moralistas e Confessores em 1950, pela sua reflexão e renovação no campo da Moral.

Santo Afonso Maria propõe-nos uma espiritualidade Cristocêntrica e popular que consiste sobretudo em "Amar Jesus Cristo", e que para amá-lo, é necessário segui-lo. Ao segui-lo unimo-nos com Cristo e com Deus.

Santo Afonso, como Santo e Mestre legou-nos uma herança que persiste viva na Igreja, sobretudo através das comunidades dos Missionários Redentoristas, que ele fundou, para anunciarem a Abundante Redenção aos Homens.

Vida de São Geraldo Magella, Redentorista


Nasceu em Muro Lucano, Itália, a 23 de Abril de 1726. Morreu a 16 de Outubro de 1775, com apenas 29 anos de idade. Viveu só 6 anos na Congregação do Santíssimo Redentor "Missionários Redentoristas". A sua vida foi muito curta, mas cheia de Deus. Procurou conformar toda a sua vida com a vontade de Deus estando sempre muito atento às necessidades dos mais pobres, tanto material como espiritualmente. Foi um grande missionário, como irmão auxiliar, no começo da Congregação. Participou em missões populares, chegando a dizer-se que consegui mais Gerardo com a sua presença e ação do que os Padres com a pregação. Toda a sua vida foi um constante expandir o zelo apostólico através de todo o tipo de trabalhos e de ofícios que realizou, como sacristão, porteiro, alfaiate ou hortelão. Deus dotou-o de grandes dons para a missão apostólica permitindo-lhe ler o segredo das consciências das pessoas levando-as assim a converter-se. Uniu em si grandes penitências com um caráter muito alegre. Dois lemas orientaram a sua vida: "Vou fazer-me Santo" (Quando abandonou a sua casa para ir com os missionários) "Aqui faz-se a vontade de Deus" (Escreveu na porta do seu quarto) São Gerado celebra-se a 16 de Outubro

Nascido em Tasswitz da Morávia a 26 de Dezembro de 1751, foi batizado no mesmo dia com o nome de João.
Perdeu o pai muito cedo, ficando a sua mãe com numerosos filhos. Esta, levando Clemente até junto da Cruz, disse-lhe: "olha, agora este é o teu Pai, segue sempre o caminho que lhe agradar".
Desde cedo foi afeiçoado ao silêncio e à oração, de manhã cedo, ia à missa e comungava todos os dias. Queria ser sacerdote, mas não tinha possibilidades económicas. Desejava "levar Jesus nas suas mãos" como S. Cristóvão, que O levou, segundo a lenda, a passar o rio.
Entretanto, com o ofício de padeiro, ia servindo os outros.
Fez duas peregrinações a Roma. Na segunda professou como Ermitão em Tívoli, deixou o nome de João e tomou o de Clemente
Voltando à sua pátria, orava, estudava e trabalhava até que um Domingo, estando a chover, ao sair da missa da Catedral, se ofereceu a arranjar uma carruagem para levar três ilustres damas a casa. Falando pelo caminho do seu desejo de ser sacerdote, elas ofereceram-se para lhe pagar os estudos. Fizeram depois o mesmo ao seu grande amigo Tadeo Hubl.
Foi para Roma estudar, já com 28 anos. Aí conheceu os Redentoristas em cuja Congregação entrou em Outubro de 1784, tendo sido ordenado sacerdote no ano seguinte.
Terminados os estudos em Frosinone, volta à sua Pátria, com o desejo de introduzir aí a Congregação fundada por S. Afonso Maria de Ligório, levando-a assim para fora de Itália. Contudo, ao chegar à Áustria apercebeu-se que era impossível realizar tal sonho por razões políticas. Deslocou-se então para as terras da atual Polónia, tornando-se o apóstolo de Varsóvia de 1787 a 1808, até que Napoleão expulsa os Redentoristas da Polónia fugindo então para Viena. É o apóstolo de Viena.
Como confessor, diretor espiritual, reformador e conselheiro de artistas, de professores, príncipes, estudantes e de muitos homens influentes ajuda-os viver o cristianismo nas mais diversas situações.
Durante 35 anos, esforça-se por estabelecer a Congregação dos Redentoristas para além dos Alpes, sendo como o "segundo fundador".
Quando morre em 1820, já muitos o veneram como Santo.
São Clemente celebra-se a 15 de Março.

VIDA DE SÃO JOÃO NEUMANN, REDENTORISTA


Nasceu a 28 de Março de 1811 em Prachatitz, Boémia, Eslováquia, numa casa que também era fábrica de meias. Filho de Filipe e Inês era o terceiro de seis irmãos educados dentro do espírito cristão, na coragem e na modéstia.
Amigo dos livros, sentia profunda compaixão pelos pobres. Um dia vendo um menino com um saco às costas, pedindo mantimentos, João disse: "vou com ele"; os dois recolheremos mais. Vamos primeiro pedir a casa do padrinho, depois aos parentes e conhecidos.
Gostava de ler histórias de aventuras e da descoberta da América por Cristóvão Colombo. Era o futuro missionário da América do Norte, onde havia de anunciar o Evangelho, estando-se a preparar, sem o saber.
Foi em Beweis que se afirmou na sua vocação sacerdotal. E em 1831 começou os estudos de Teologia na mesma Universidade, terminando-os no Seminário de Praga. Sabendo da falta de sacerdotes na América para atender os imigrantes e abandonados, cultivou o seu sonho: ser missionário na América.
Depois de muita oração e penitência, João Neuman foi ordenado sacerdote em 25 de Junho de 1836. Agora era sacerdote para sempre.
Pastor zeloso do seu povo, João percorreu toda a fronteira do Niagara, celebrando missa em cozinhas, em capelas improvisadas... No tempo livre que lhe restava ensinava às populações as primeiras letras numa escola, feita de troncos, que ele mesmo construíra.
Um dia conheceu os Missionários Redentoristas. O que mais o entusiasmou foi anunciar através das Missões a Palavra de Deus aos mais abandonados. E assim se tornou o primeiro noviço Redentorista nos Estados Unidos. Fez os seus votos a 16 de Janeiro de 1842 com 31 anos. Em 1847 foi nomeado Vice-Provincial dos Redentoristas nos Estados Unidos.
No dia 1 de Fevereiro de 1852, o Papa Pio IX nomeou-o Bispo de Filadélfia. Fundou Escolas Católicas Diocesanas que se difundiram por toda a América. Construiu e completou 80 Igrejas em 8 anos.
Promoveu a devoção a Nossa Senhora e foi ele quem primeiro propôs que a Festa da Imaculada Conceição, dia 8 de Dezembro, fosse dia Santo nos Estados Unidos.
Pelo seu dom de servir, mereceu do povo o nome de "O Bispo dos Pobres". Aos 48 anos morria de morte súbita. Em 1963 era Beatificado por Paulo VI em 1977 é proclamado Santo para a Igreja dos Imigrante, dos doentes e dos pobres.
São João Neumann celebra-se a 5 de Janeiro

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Um ano para orar com os sacerdotes e por eles, pede arcebispo

Dom Raymundo Damasceno Assis abre Ano Sacerdotal em Aparecida


APARECIDA, sexta-feira, 19 de junho de 2009 (ZENIT.org).- O arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis, abriu hoje, no Santuário Nacional, o Ano Sacerdotal, pedindo que este seja um tempo de orar com os padres e na intenção deles.



Dom Damasceno presidiu à missa das 9h na Basílica do Santuário de Aparecida, que contou com a presença dos bispos e padres da região.



O arcebispo recordou, no início de sua homilia, que o Ano Sacerdotal, proposto por Bento XVI, celebra-se no contexto dos 150 anos da morte São João Maria Vianney, patrono dos párocos e, a partir de agora, também padroeiro de todos os sacerdotes.



“Este ano deve ser tempo de graça para toda Igreja e especialmente para nós, sacerdotes”, disse o arcebispo, que pediu um esforço de todos para configurar a vida a Cristo.



Trata-se, segundo Dom Damasceno, de um “ano de renovação da espiritualidade de cada presbítero e de todo presbitério”. Este “deve ser um ano de oração dos sacerdotes e por eles”, disse.



Na solenidade do Sagrado Coração de Jesus, dia de oração pela santificação dos sacerdotes, o arcebispo convidou as comunidades a “intensificar” as orações pelos padres “em todo mundo”, e também intensificar as preces “pelo aumento das vocações sacerdotais”.



O coração de Jesus aberto é “manifestação suprema do amor de Deus”, coração que “ama profundamente, até o fim”. “Que fazer para responder a este amor imenso?”.



Dom Damasceno indicou, citando palavras de Santa Margarida Maria Alacoque, que se deve aproximar do coração de Jesus “sem temor”, mas com “amorosa confiança”.



Os presbíteros devem ser “cheios de misericórdia”, sobretudo na administração do sacramento do perdão.



Devemos “conformar nossa vida a Jesus”. Ser padre significa ser “exemplo do Bom Pastor”, “homens de misericórdia e compaixão, de coração pleno e solidário com os que sofrem todas as formas de pobreza”.



O arcebispo convidou a que este ano seja um “chamado à conversão”, para que “Cristo Bom Pastor viva em nós e atue por meio de nós”.



Após a homilia, Dom Damasceno dirigiu-se aos sacerdotes e se procedeu à renovação das promessas sacerdotais.
*www.zenit.org

Para tudo existe um tempo.....

1.Tudo tem seu tempo. Há um momento oportuno para cada coisa debaixo do céu:
2.tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou;
3.tempo de matar e tempo de curar; tempo de destruir e tempo de construir;
4.tempo de chorar e tempo de rir; tempo de lamentar e tempo de dançar;
5.tempo de espalhar pedras e tempo de as ajuntar; tempo de abraçar e tempo de se afastar dos abraços;
6.tempo de procurar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de jogar fora;
7.tempo de rasgar e tempo de costurar; tempo de calar e tempo de falar;
8.tempo do amor e tempo do ódio; tempo da guerra e tempo da paz.



(Eclesiastes 3. 1-8)

I CORÍNTIOS 13. 1-13

1.Se eu falasse as línguas dos homens e as dos anjos, mas não tivesse amor, eu seria como um bronze que soa ou um címbalo que retine. 2.Se eu tivesse o dom da profecia, se conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, se tivesse toda a fé, a ponto de remover montanhas, mas não tivesse amor, eu nada seria. 3.Se eu gastasse todos os meus bens no sustento dos pobres e até me entregasse como escravo, para me gloriar, mas não tivesse amor, de nada me aproveitaria. 4.O amor é paciente, é benfazejo; não é invejoso, não é presunçoso nem se incha de orgulho; 5.não faz nada de vergonhoso, não é interesseiro, não se encoleriza, não leva em conta o mal sofrido; 6.não se alegra com a injustiça, mas fica alegre com a verdade. 7.Ele desculpa tudo, crê tudo, espera tudo, suporta tudo. 8.O amor jamais acabará. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência desaparecerá. 9.Com efeito, o nosso conhecimento é limitado, como também é limitado nosso profetizar. 10.Mas, quando vier o que é perfeito, desaparecerá o que é imperfeito. 11.Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Quando me tornei adulto, rejeitei o que era próprio de criança. 12.Agora nós vemos num espelho, confusamente; mas, então, veremos face a face. Agora, conheço apenas em parte, mas, então, conhecerei completamente, como sou conhecido. 13.Atualmente permanecem estas três: a fé, a esperança, o amor. Mas a maior delas é o amor.